Magazin für die Wissenschaft des Judenthums
- Journal
- Magazin für die Wissenschaft des Judenthums
- Volume
- 18 (1891)
- Issue
- 1 (1891)
- Date
- 1891-01-01
- Page
- Seite 136 (sequence 139)
- Language
- German
- Belongs to
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136 vos devem por sua morte causar mais sintimenti; porqtie se amamos os padres por serem cauza de nosso ser e pella obriga^ao que de seus benificios e amor lhe devemos; a este padre par todolos respeitos nao devemos menos estimar, nem seu falecimento nos deve menos doer que do proprio e carnal pay que vos gerou mas muito mais pois com menos inclinacäo de natureza vos amava tanto como eile e pois conhecidas suas virtudes muito mais se deve estimar seu falecimento aquem conheceu a authoridade de sua prezenga e a gra<ja e mancidäo de seu estado singulär e guarda de segrodes, que he huma virtude que muito convem aos S.res de a guardarem, e de 1ha guardarem; lerabrevos a authoridade e saguesa (?) e boa esquienca (?) de sua cavalaria quantos annos comportou as calmas dos veroes e os frios e terapestades dos invernos com diversas bathalas de imigos proponta todos medos com mui reprouzado esforcjo por servi’90 de Deus e Del-Rey, e accessentamento de seu nome. Disse 0 Phylosopho quea Rep. era como hum corpio armado, e bem assi como a dor e perdimento de hum membro se sente por todo 0 corpo, e podesse por cauza delle, quanto 0 membro ha mais nobre e maior a dor ou perigo que de seu dano se segue, 0 assim os falicimentos dos nobres que sao os verdadeiros membros da terra todos pertensse sua dor e sintimento e todos recebem perda em seu falicimento. Pois S.or se os que parentos e subditos nao säo, he necessario de sintirem sua raorte, como vos podereis vos della escuzar, a quem por isto e por outros muitos respeitos, de natureza e rezao mais que a todos ros pertensse e posto S.r que a humanidade sinto paixäo das mortes dos tais devidos, nao tem porem per isso justa que crela porque naturalmente segundo phlosophia (sic) e por 0 peccado de Adam segundo foi todos somos obrigados a morte, e ha divida assim obrigatoria que nao devemosagravar empregala porque (como diz Seneca) os remedios contra a fortuna com esta condigäo entrei que saissi; nos reccebemos esta alma e esta vida